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3 de fev. de 2011

Comecei a ler hoje

Comecei a ler hoje o livro "Parem de falar mal da rotina", de Elisa Lucinda. O livro foi baseado em peça de igual nome (não vi a peça). Estou ainda na página 34, mas já dei boas risadas e me sensibilizei com outras partes.
No capítulo "Orelha indiscreta", a autora fala do seu hábito de escutar a conversa dos outros. Me identifiquei na hora rsrsrs Sempre que conto pra alguém algo que escutei, justifico assim: ué, não sou surda, a pessoa tava ali do meu lado no ônibus, contando a história...
Adoro ouvir conversas sobre professores, me sinto meio que uma mosquinha rsrsrs ninguém imagina que tá falando mal de professores na frente de uma rsrs.
Mas ultimamente, nem imagino pq ohoh... rsrs, tenho ouvido conversas sobre casamentos rsrs eita mulherada que fala mal dos maridos, dá vontade de gritar: VOCÊS NÃO VÃO ME DESANIMAR, VOU CASAR ASSIM MESMO, NÃO VOU ACREDITAR EM NADA DISSO... KKKKKKKKKK
Brincadeiras à parte, eu sei bem que não é fácil manter um relacionamento, mas é igual dizem: quem tá dentro quer sair e quem tá fora quer entrar. Quero ter minha experiência tb.

Trechinho do capítulo "Orelha indiscreta":

"Outra coisa importantíssima: não ande depressa se você estiver com pressa. Pode acontecer de você perder o desfecho da conversa, como aconteceu comigo ontem. Estava andando muito apressada na Paulista, quando, ao cruzar com um casal, ouço esta parte do diálogo: "Laura, a gente vai se separar se você não me der o..." (...) É frustante ficar sem o desfecho. Que vontade de voltar à cena para escutar aquele final, para entender a exigência dele. Sei que fiquei uns quatro quarteirões naquele pensamento alheio, querendo adivinhar o enredo dos amantes, Pensava: Ó, meu Deus, o que será que essa mulher tem que dar pra esse homem pra esse casamento não acabar, Senhor? Aí me apeguei com Deus e comecei a orar. Meu pai, ao Senhor no teu poder eu peço: não deixe esse casamento acabar por causa do que supus, Senhor. Com o indicador e o polegar da mão direita fiz o gesto redondinho pra ver se Deus entendia melhor meu pensamento"

rsrsrsrs Se tiver outras partes legais, volto pra contar. Bj

PS: Please, opinem sobre o chá de cozinha do post anterior







20 de set. de 2010

Dia 14 – Um livro não-ficcional

Estou lendo este livro para a facul e recomendo.


O que é o meme? Veja explicação neste post

19 de set. de 2010

Dia 13 – Um livro de ficção - Dom Casmurro, de Machado de Assis


Esse é um clássico: Dom Casmurro, de Machado de Assis. Adoooooro... (Aliás, está no Domínio público) De quebra aproveito pra divulgar uma música de que gosto muito: Capitu, letra Luiz Tatit:



Se quiser conhecer a letra da música, clique aqui.
Há também a canção nas vozes de Zélia Duncan e Ná Ozetti.

Espero que gostem!

O que é o meme? Veja explicação neste post

10 de set. de 2010

Dia 04 – Seu livro favorito - Grande sertão: veredas (Post reformulado)




Gosto muito de literatura e infelizmente por conta da facul não tenho tido tempo de ler o que quero. Um livro de que gostei muito foi Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa. Um livro difícil no início, mas depois apaixonante, não dá pra deixar de ler...

trechinho: "Eu sou é eu mesmo. Divêrjo de todo o mundo... Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa"


Como vi que este post está sendo muito acessado, resolvi colocar links de alguns sites que comentam o livro (claro que nada substitui a leitura)


http://www.tvcultura.com.br/aloescola/literatura/guimaraesrosa/guimaraesrosa2.htm

http://educaterra.terra.com.br/literatura/livrodomes/2004/09/24/003.htm

http://www.portrasdasletras.com.br/pdtl2/sub.php?op=resumos/docs/riobaldo

http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/grande-sertao-veredas-400516.shtml



4 de ago. de 2010

"A casa", de André Vianco


Nunca tinha lido um livro do André Vianco e na semana passada me interessei por um chamado "A casa". Pelo que pesquisei este livro não se encaixa na temática mais comum ao autor: os vampiros. Terminei de ler o livro ontem e gostaria de recomendá-lo.
Alguns comentários: as quatro personagens têm uma segunda chance de viver um momento marcante das suas trajetórias e "mudar" algo que fizeram errado em um momento de tensão. Estas histórias me fizeram refletir sobre algumas bobagens que fiz/faço em momentos em que estou nervosa. Às vezes a gente faz "tempestade em copo d'água", briga por motivos bobos. Acaba magoando as pessoas.
E o que isto tem a ver com casamentos? Acho que não tem relação só com casamentos e sim com qualquer tipo de relação humana. Precisamos ceder muitas vezes (e olha que sou muito cabeçuda...rsrsrs). Em momentos de nervosismo precisamos parar e pensar: será que estou exagerando e brigando por uma coisa pequena? Será que isso é realmente importante? Um exemplinho simples: hoje de manhã meu pai estava no banheiro e eu precisa entrar (esperar pra usar o banheiro é uma coisa que realmente me irrita). 5 minutos a mais mudaria algo? Sim, eu perderia o ônibus, mas falar rispidamente com ele por causa desse detalhe me faria talvez perder muito mais... Pensei que me atrasaria, mas logo veio outro ônibus e, por incrível que pareça, estava vazio, fui sentada pra faculdade e me sentindo bem por não ter falado bobagens. :)

Alguém aí leu ou se animou a ler este livro?

27 de jul. de 2010

Para viver um grande amor - Ailton Amélio e Monica Martinez


Para viver um grande amor - Ailton Amélio e Monica Martinez


Estou lendo um livro muito legal, Para viver um grande amor, mas não é o do Vinícius de Moraes, é do Aiton Amélio e da Monica Martinez. No google books é possível ler várias partes dele, mas justamente o capítulo 3 não dá. E gostaria de comentá-lo aqui:

O capítulo se entitula: Na saúde e na doença: O que faz uma união dar certo. Nele os autores comentam quatro possíveis fatores responsáveis pela manutenção de um bom casamento: escolha acertada do parceiro, satisfação obtida no relacionamento, controle de alternativas e investimento na relação.

Do primeiro tópico gostaria de citar: "Casamento é uma aposta alta. É como comprar um carro, mas muito mais importante. Se o modelo contiver avarias sérias, quem o adquiriu passará o resto da vida tentando consertá-lo ou terá de se desfazer dele (...)"

Do terceiro ponto recortei: "sabe a velha piada: 'Não foi com esta mulher (ou homem) com quem me casei?', pois é. O segredo para manter o casamento é que a pessoa precisa sempre ser alguém com quem o parceiro se casaria de novo". Não podemos nos acomodar com a relação, devemos cuidar dela e isso significa cuidar de nós também.

Beijinhos e até a próxima.