Biscoitinho da sorte: “o casamento permite que você irrite uma pessoa especial pelo resto da sua vida.”Todo mundo sabe que casamento não é das coisas mais fáceis. Seja você um romântico que sempre sonhou com a vida a dois ou um bon vivant que foi, de alguma forma, empurrado para a união eterna, o cenário é o mesmo: é preciso rebolar um pouquinho para que o relacionamento dê certo. Mas, veja só: eis que a ciência aparece para ajudar nesse desafio. Está solteiro? Anote aí o que procurar no parceiro ideal e já comece a planejar suas táticas pós-aliança. Já se casou? Hum, seu caso é mais grave, mas nem tudo está perdido. Confira, então, o que você ainda pode fazer para melhorar esse laço. E seja, com sorte, feliz para sempre.
Diga sempre “nós”, nunca “eu”. Quem usa mais pronomes como “nós” e “nosso” nas discussões com a cara metade tem brigas menos longas e desgastantes (consequentemente, vive mais tranquilo) do que os casados que abusam dos “eu”, “você”, “meu” e “seu”. Pesquisadores americanos chegaram a essa conclusão após observaram os papos de 154 casais. Especialmente entre os que estavam juntos há mais tempo, o discurso individualista era um forte sinal de que o casamento não ia nada bem.
Sendo mulher, escolha um cara rico. Eles são pais mais presentes, o que, além de criar um clima mais “comercial de margarina” na sua casa, ainda faz bem para o cérebro dos pequenos: segundo pesquisadores do Reino Unido, os filhos de pais mais “bem de vida” tendem a ter QIs mais altos. E ah, outro detalhe interessante: os caras cheios da grana dão mais orgasmos às esposas, segundo um outro estudo britânico.
Sendo homem, escolha uma mulher mais bonita do que você. Todo mundo fica mais feliz neste cenário. É o que mostram os resultados de um estudo da Universidade de Tenessi (EUA). Em testes feitos por lá, foi constatado que ambas as partes do casal se declaram mais satisfeitas com o relacionamento quando a esposa é mais atraente do que o marido.
Fuja das mulheres que têm pais divorciados. O conselho é bem claro: “mulheres com pais divorciados são mais propensas a entrar no casamento com menos comprometimento e confiança no futuro da relação, aumentando o risco de divórcio”, diz um estudo da Universidade de Boston (EUA), que testou as expectativas de 265 casais que tinham acabado de selar o noivado.
Seja companheiro, mas nem tanto. Um estudo da Universidade de Iowa (EUA) constatou que o companheirismo excessivo (como dar, com frequência, conselhos que o outro não pediu) é mais nocivo para o casamento do que ser um marido ou esposa meio “nem aí”. Segundo os pesquisadores, é claro que a gente gosta de poder contar com alguém, mas quando esse alguém começa a cuidar demais da nossa vida, o senso de individualidade vai embora e a coisa azeda.
Invista em pretendentes com boa autoestima. Casar com alguém que não esteja lá muito feliz consigo mesmo é roubada. A dica vem lá da Universidade Estadual de Nova Iorque (EUA). Pesquisadores conduziram testes com jovens recém-casados e observaram que, quando uma das partes tem autoestima muito baixa, tende a se tornar co-dependente e falha em atender às expectativas do cônjuge. A tendência é que, nesse caso, o relacionamento comece a se deteriorar já no primeiro ano de papel passado.
E finalmente: não tenha filhos. Em mais um estudo da Universidade de Iowa (EUA), um grupo de casais foi entrevistado antes e depois do nascimento do filho primogênito. Outro grupo, de casais que decidiram não aumentar a família, deu seus pitacos em períodos correspondentes. E a tendência foi clara: os casados e com filhos passaram por uma queda maior na satisfação conjugal do que os que não procriaram.
Tirei essa reportagem da revista Superinteressante (indicação da Paty). E aí, o que vcs acharam?
Eu achei interessante a parte de usar "nós" (tá anotado).
Putz, não arrumei marido rico, e agora? rsrsrs
Outro ponto: os pais do meu namorado não são separados, nem os meus, mas acho que se isso fosse levado a sério muitas pessoas não se casariam.
Sobre ser companheiro: acredito que é importante ser companheiro, desde que a individualidade do outro seja respeitada.
Sobre autoestima achei bem interessante.
Sobre ter ou não ter filhos: essa é uma questão importante pra nós. Não sabemos ainda se queremos tê-los (não se assustem, mas não é um grande sonho meu ser mãe)
Regininha,
ResponderExcluirEu gostei do seu post que complementa, mesmo que indiretamente, o que escrevi!
Menina, esse negócio de romantismo acabar em 14 meses é furada! Se "nós" tivermos unidos, Deus estiver à frente da relação e cuidarmos para sermos os melhores companheiros um para o outro DUVIDO qual é o casamento que dá errado!
Acho que a condição financeira e familiar ajuda mas não tem que servir de prumo para a nossa felicidade. Tem tanto casal estruturado sentimentalmente e rico cujo o casamento do filho é pura derrota. Será culpa dos pais, do dinheiro?
Tem um pouquinho de "querer dar certo" ou "não quero fazer dar certo".
Beijos!
Eu acho que não existem fórmulas, regras ou dicas que se seguidas piamente vão fazer o casamento dar certo ou levá-lo ao fracasso. O que eu acho é que tudo depende do casal, da ompreensão, do amor, do conhecimento do que é o sentido real do casamento,além de Deus guiando!!
ResponderExcluirBjks
Rê!
ResponderExcluirConcordo com o nós, mas os outros tópicos estão bem nada a ver!
Também não arrumei cara rico, e creio que a escolha de ter ou não filhos deve ser do casal!
Para mim por mais piegas que possa parecer é essencial AMOR+Companheirismo+Cumplicidade+Respeito e sobretudo a benção de Deus!!!
Beijocas ♥
PS:Tem SUPER promo lá no blog =D